
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Castelo dos Mouros: nova incursão
Peso mais pesado...
livrai-me
Não é de tristeza, não é de aflição, é só de esperança, Senhor capitão!
A leve esperança, a aérea esperança... Aérea, pois não!
Peso mais pesado não existe não.
Secos e Molhados
quarta-feira, 25 de maio de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Convento do Vale do Solitário


















sábado, 26 de fevereiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
Circulando
Mais um dia dedicado ao povoado de altura do Castelo dos Mouros e à sua envolvente. Desta feita a equipa dividiu-se num grupo de prospecção espeleológica, que enfrentou as bancadas da vertente Norte do Formosinho/Picoto, em frente e à vista do Castelo dos Mouros; enquanto no Castelo dos Mouros ficou o arqueólogo de serviço: prospecção arqueológica, registo fotográfico, registo de coordenadas GPS.
No fim do dia, enregelados pelo ventoso frio continental que nos fustigou ao longo da tarde, regressámos aos carros furando por trilhos alternativos chafurdados pelos javalis. No lusco-fusco da hora e da mata coberta do Vidal, no meio da sua vegetação luxuriante em que os arbustos atingem imponente porte arbóreo, tivemos mais uma surpresa: um conjunto de 5 estruturas pétreas, relativamente equidistantes, de planta de desenvolvimento circular e elipsoidal fechado, definida pelo tosco alinhamento de blocos calcários de média dimensão, alguns ortostáticos, com cerca de 7 metros de maior eixo. Uma das estruturas identificadas apresentou características diferentes: de maiores dimensões (cerca de 10 metros de eixo) e de planta perfeitamente circular.
A descoberta carece, no entanto, de melhor caracterização, numa área a prospectar em novas incursões no intuito de identificar mais estruturas e de explorar os afloramentos na base da encosta Norte da Serra da Arrábida, entre o Formosinho e o Picoto.





quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Vale da Rasca landscapes




